sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Alma minha


Céu cinzento, nuvens escuras
Caem do céu lagrimas puras
Iguais às que caem dos olhos meus
Por não puderem olhar os teus

E eu na rua sem pressa de fugir a chuva
Provo esta água que me vem tocar os lábios
Com o toque de uma luva
Selar a veludo os segredos de que somos sábios

Esta chuva é salgada do choro de cada alma que se perde
E sofre com a separação
E eu, digo à minha que não chore
Porque já não tarda o tempo de união

Alma gémea, alma minha
Que esta saudade que se aninha
Já só me deixa viver suspirando por ti
Sonhando o futuro no presente, querendo ter-te aqui

1 comentário:

Poeta perdido disse...

«Que esta saudade que se aninha
Já só me deixa viver suspirando por ti
Sonhando o futuro no presente, querendo ter-te aqui »

ja somos 2 meu amor.. ja somos 2... amote muito minha gatinha